domingo, 29 de abril de 2012

Papa pede aos jovens que ouçam chamamento de Deus e ignorem vozes «superficiais»

Ao meio dia da janela dos seus aposentos antes da recitação da antífona mariana do tempo pascal Regina Coeli o Papa convidou os fiéis e os jovens a escutar a chamada do Senhor ao sacerdócio sem medo.
“Rezemos – disse - para que todos os jovens estejam atentos á voz de Deus que interiormente fala ao seu coração e os chama a separar-se de tudo e a servi-lo . A este objetivo é dedicada a jornada mundial de oração pelas vocações. Efectivamente o Senhor chama sempre, mas tantas vezes não o ouvimos. Somos distraídos por muitas coisas, por outras vozes mais superficiais e depois temos medo de ouvir a voz do Senhor, porque pensamos que nos possa tirar a liberdade. Na realidade cada um de nós é fruto do amor, certamente o amor dos pais, mas mais profundamente o amor de Deus.
Nas saudações que dirigiu aos presentes na Praça de São Pedro, Bento XVI recordou a beatificação, neste domingo, de Giuseppe Toniolo, professor universitário que viveu entre os séculos XIX e XX, distinguindo-se na aplicação dos ensinamentos da Doutrina Social da Igreja.
A mensagem do beato José Toniolo é de grande atualidade, especialmente neste tempo: indica a via do primado da pessoa humana e da solidariedade. Afirmou o Papa em ligação televisiva da Praça de S. Pedro com a Basílica de S. Paulo, em Roma onde foi elevado ás honras dos altares o inspirador da Universidade Católica Italiana. Do beato Toniolo o Papa recordou a convicção de que acima dos bens legítimos e interesses das varias nações e Estados existe uma nota inseparável que os coordena todos á unidade, quer dizer o dever da solidariedade humana
Também hoje, em França, foi beatificado o padre Pierre-Adrien Toulorge, do século XVIII, que o Papa apresentou como “luminoso ‘mártir da verdade’”.

sábado, 28 de abril de 2012

O exemplo de espiritualidade do jovem CARLO ACUTIS




Carlo um adolescente de nosso tempo, como muitos outros, esforçava-se na escola, gostava de estar entre amigos, era um grande apaixonado por computadores. Ao mesmo tempo era um grande amigo de Jesus Cristo, participava da Eucaristia diariamente e se confiava a Virgem Maria. Morto em 2006, aos quinze anos por uma leucemia fulminante ofereceu sua vida pelo Papa e pela Igreja. Sua vida suscitou profunda admiração em quem conheceu.
Antonia Acutis, mãe de Carlo diz “Meu filho desde pequeno, e, sobretudo, depois de sua Primeira Comunhão, nunca faltou a celebração cotidiana da Santa Missa e do Terço, seguidos de um momento de Adoração Eucarística.” Com esta intensa vida espiritual, Carlo viveu plena e generosamente seus quinze anos, deixando em quem o conheceu um profundo traço. Sua grande generosidade o fazia interessar-se em todos: os estrangeiros, os portadores de necessidades especiais, as crianças, os mendigos. Estar próximo a Carlo era como estar perto de uma fonte de água fresca.
Pouco antes de morrer Carlo ofereceu seus sofrimentos pelo Papa e pela Igreja. Certamente o heroísmo com a qual confrontou sua enfermidade e sua morte convenceram a muitos que verdadeiramente era alguém especial. Quando o doutor que o acompanhava perguntava se sofria muito, Carlo respondeu: “Há gente que sofre muito mais que eu!” Francesca Consolini, postuladora para a causa dos Santos da Arquidiocese de Milão – Itália, acredita que no caso de Carlo há elementos que poderiam levar a abertura de um processo de beatificação, quando se fizerem cinco anos de sua morte, como o pede a Igreja. Para a especialista, Carlo Acutis “tinha entendido o verdadeiro valor da vida como som de Deus, esforço e resposta a dar ao Senhor Jesus dia adia em simplicidade. Queria  destacar que era um moço alegre, sereno, sincero, voluntarioso, que amava a companhia, que gostava de amizade. 
Carlo tinha compreendido o valor do encontro cotidiano com Jesus na Eucaristia.
Com certeza, Carlo Acutis é um exemplo para todos nós que sinceramente desejamos buscar a vontade de Deus, que ele interceda por cada um de nós neste mundo.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

O Remédio para um Mundo doente



A humanidade esta sofrendo com uma doença que ataca a alma que é a infelicidade. Vivemos hoje em um Mundo doente que necessita de um remédio para curar esse mal. Esse remédio meus amigos é Jesus, o único capaz de suprir essa necessidade de bem estar da alma.
            O homem nasceu para a felicidade, felicidade essa que é a paz interior é estar de bem com Deus é aceitar tudo aquilo que Ele nos manda de boa vontade é ter muita fé de que fazendo a vontade de Deus tudo no final fica bem.
            Não devemos confundir felicidade com riqueza, sucesso e poder. A felicidade é mais que isso a felicidade é uma coisa que só Deus pode nos dar. Ele nos concede essa felicidade já aqui na Terra basta sabermos enxergá-la, pois FAZENDO A VONTADE DE DEUS SEREMOS FELIZES mais a felicidade plena, não encontramos aqui neste Mundo nós temos que merecê-la e se merecermos nos será concedida um dia no céu, pois, não nascemos para esse mundo mais para o céu, no céu teremos a felicidade plena veremos a Deus e isso saciará nossa sede.
            Olhemos para a vida dos santos, como a da Beata Chiara Luce, que mesmo muito doente vendo sua vida sendo consumida por um câncer era muito feliz. Qual seria o segredo dela será que ela era de outro mundo? Eu digo NÃO, ela era como você e eu de carne e osso tinha os mesmos medos as mesmas incertezas, mais se entregou nas mãos de Deus e Nele encontrou a felicidade mesmo que o mundo estivesse desabando em sua volta ela permanecia tranqüila e serena.
            Então meus amigos, vamos ter fé! Vamos correr para os braços de Deus, vamos tomar desse remédio que nos vai fazer tão bem. Deus nos quer felizes, basta a nossa correspondência a esse desejo de Deus. VAMOS ABRAÇAR A FELICIDADE EM DEUS!!!    
             

terça-feira, 24 de abril de 2012

Há 7 anos, Bento XVI iniciava seu Pontificado

Em 24 de abril de 2005, o Papa Bento XVI assumia o ministério petrino como bispo de Roma, data em que recebeu o chamado anel pontifício de pescador e o Pálio.

Em sua primeira Missa, o Pontífice dirigiu-se aos cristãos de todo o mundo para perdir-lhes oração pela nova missão que assumia. A humildade do teólogo alemão sobressaiu durante a homilia na qual ele explicou o sentido do pastoreio e do papado, ao mesmo tempo em que expôs qual a sua visão sobre o estar à frente do povo de Deus.
"O meu verdadeiro programa de governo é não fazer a minha vontade, não perseguir ideias minhas, pondo-me contudo à escuta, com a Igreja inteira, da palavra e da vontade do Senhor e deixar-me guiar por Ele, de forma que seja Ele mesmo quem guia a Igreja nesta hora da nossa história", destacou Bento XVI em 24 de abril de 2005.
Características do Pontificado de Bento XVI

Para o ex-prefeito da Congregação para o Clero, Dom Claudio Hummes, o maior legado que Bento XVI já deixa para a Igreja e para o mundo é justamente o reconhecimento de Deus, mostrando que o mundo não pode se fechar a Deus.

“O mundo deve continuar aberto a Deus. Deve-se dialogar sobre as questões mais profundas como o sentido da vida, da história, da humanidade nessa terra, nesse planeta, sobre o sentido das coisas, em última análise. O mundo não pode se fechar a isso, deixar Deus fora dessa busca pelo entendimento do mundo. Se deixarmos Deus fora disso não entenderemos o sentido do homem, da vida humana e da história. Isso o Papa tem deixado muito claro e certamente é um legado através do qual ele será lembrado.

Para o diretor da sala de imprensa do Vaticano, padre Federico Lombardi, neste pontificado, a Igreja se concentrou sobre a essência de sua missão, priorizou o relacionamento do homem com Deus, a dimensão transcendente da vida, mostrando Jesus Cristo como o revelador do verdadeiro rosto de Deus.

Como grande teólogo, Joseph Ratzinger trouxe seu conhecimento e seu amor pelo estudo para o pontificado. A instituição do Ano da Fé e a profundidade de suas Catequeses, que ao mesmo tempo são simples e de fácil compreensão, demonstram a preocupação dele para que os fiéis tenham uma fé bem fundamentada.

“O Pontificado de Bento XVI tem o jeito dele. Ele é um Papa teólogo e ele tem produzidos muitos textos de reflexões teológicas e também de doutrina. Naturalmente, coisas muito importantes para o nosso tempo quando precisamos ter clareza e firmeza sobre o que a Igreja afirma e pensa”, salienta o Arcebispo de São Paulo, Cardeal Odilo Scherer.

Dom Claudio Hummes, destaca que o Papa Bento XVI é uma figura proeminente, uma figura que se destacou muito especialmente nesses sete anos de pontificado como um homem que entende profundamente as mudanças que estão ocorrendo no mundo, particularmente em relação a atual cultura dominada pelo relativismo e pelo secularismo.

“Ele tem enfrentado isso com muita competência e qualidade, mostrando a relação da razão e da fé, que estas duas formas de conhecimento humano não se contradizem, mas se completam”, salienta Dom Claudio.

Desafios da Igreja hoje


Os problemas que envolvem a secularização, o relativismo e a ausência de Deus estão atualmente entre as maiores preocupações do Papa, afirma padre Lombardi.

“Atualmente, acredito que esta crise cultural que acontece no mundo interior, sobretudo no ocidente, a descristianização que de manifesta mais devastadora da Europa “é o maior desafio para o Papa e para a Igreja.  “Por isso ele está muito empenhado nessa nova evangelização missionário que ele tem acompanhado e assistido junto aos bispos do mundo inteiro”, diz ainda Dom Claudio.

Segundo padre Lombardi, no que diz respeito ao interior da Igreja, destacam-se os aspectos de incoerência e de infidelidade à missão,algo que torna-se um desafio também para o atual pontificado.
“Nesses anos vivemos também, com muito sofrimento, todo o debate sobre os casos de abusos [sexuais cometidos contra crianças por membros da Igreja]. Parece-me que essas coisas fazem o Papa sofrer mais que as fofocas”, diz o diretor da Sala de Imprensa do Vaticano.

Rezemos pelo Santo Padre, o Papa!

segunda-feira, 23 de abril de 2012

São Jorge

Conhecido como 'o grande mártir', foi martirizado no ano 303. A seu respeito contou-se muitas histórias. Fundamentos históricos temos poucos, mas o suficiente para podermos perceber que ele existiu, e que vale à pena pedir sua intercessão e imitá-lo.

Pertenceu a um grupo de militares do imperador romano Diocleciano, que perseguia os cristãos. Jorge então renunciou a tudo para viver apenas sob o comando de nosso Senhor, e viver o Santo Evangelho.

São Jorge não queria estar a serviço de um império perseguidor e opressor dos cristãos, que era contra o amor e a verdade. Foi perseguido, preso e ameaçado. Tudo isso com o objetivo de fazê-lo renunciar ao seu amor por Jesus Cristo. São Jorge, por fim, renunciou à própria vida e acabou sendo martirizado.

Uma história nos ajuda a compreender a sua imagem, onde normalmente o vemos sobre um cavalo branco, com uma lança, vencendo um dragão:

“Num lugar existia um dragão que oprimia um povo. Ora eram dados animais a esse dragão, e ora jovens. E a filha do rei foi sorteada. Nessa hora apareceu Jorge, cristão, que se compadeceu e foi enfrentar aquele dragão. Fez o sinal da cruz e ao combater o dragão, venceu-o com uma lança. Recebeu muitos bens como recompensa, o qual distribuiu aos pobres.”

Verdade ou não, o mais importante é o que esta história comunica: Jorge foi um homem que, em nome de Jesus Cristo, pelo poder da Cruz, viveu o bom combate da fé. Se compadeceu do povo porque foi um verdadeiro cristão. Isto é o essencial.

Ele viveu sob o senhorio de Cristo e testemunhou o amor a Deus e ao próximo. Que Ele interceda para que sejamos verdadeiros guerreiros do amor.


Oração a São Jorge
Eu andarei vestido e armado com as armas de São Jorge para que meus inimigos, tendo pés não me alcancem, tendo mãos não me peguem, tendo olhos não me vejam, e nem em pensamentos eles possam me fazer mal.Armas de fogo o meu corpo não alcançarão, facas e lanças se quebrem sem o meu corpo tocar, cordas e correntes se arrebentem sem o meu corpo amarrar.Jesus Cristo, me proteja e me defenda com o poder de sua santa e divina graça, Virgem de Nazaré, me cubra com o seu manto sagrado e divino, protegendo-me em todas as minhas dores e aflições, e Deus, com sua divina misericórdia e grande poder, seja meu defensor contra as maldades e perseguições dos meu inimigos.Glorioso São Jorge, em nome de Deus, estenda-me o seu escudo e as suas poderosas armas, defendendo-me com a sua força e com a sua grandeza, e que debaixo das patas de seu fiel ginete meus inimigos fiquem humildes e submissos a vós. Assim seja com o poder de Deus, de Jesus e da falange do Divino Espírito Santo. 

São Jorge, rogai por nós!

sábado, 21 de abril de 2012

Caminhar na fé e na esperança



Precisamos compreender que há um caminho a ser trilhado ao lado de Deus. E o próprio Jesus nos disse qual é esse caminho: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida”.

O mundo nos oferece muitos atalhos, mas somente um caminho nos leva ao céu e à felicidade plena. Nossa vida deve ser um constante caminhar com os olhos fixos no Senhor, perseverantes em nossa fé.

A Palavra de Deus nos fala muito sobre a caminhada. A nossa luta de hoje é a mesma que o povo de Deus viveu ao atravessar o deserto. Por isso, a primeira coisa que devemos pedir ao Senhor hoje é a graça de recomeçar, porque se nós pararmos iremos retroceder diante do que já conquistamos.

Ao logo do caminho, nós vamos sendo libertos de todas as prisões. E a caminhada é assim: uma constante construção, ao longo da qual somos restaurados e renovados pelo Espírito Santo de Deus.

Infelizmente, muitas pessoas deixam de caminhar diante dos primeiros desafios enfrentados no percurso. No entanto, todos aqueles que perseverarem até o fim serão salvos, como nos garante a promessa de Deus.

No início de nossa doação a Deus passamos pela fase da empolgação, mas com o passar do tempo, o que realmente fica é a perseverança, a caminhada. A acomodação é o maior mal do cristão que aceita o que é lhe imposto e desiste de persistir.

Hoje, Deus quer tirá-lo da acomodação. Para isso nós precisamos constantemente da força do Espírito, que deve ser o alimento a nos mover para algo maior.

E como povo de Deus, que caminha rumo ao céu, precisamos traçar um objetivo, focando nossa vida no Senhor. Se mudarmos nosso foco acabamos nos perdendo pelo caminho, pelos falsos atalhos apresentados pela vida.

O jovem que vai para as drogas, o álcool, a vida desregrada na prostituição, busca nesses locais preencher o vazio que só pode ser preenchido pela presença de Deus, o amor verdadeiro. São Paulo, na Carta aos Hebreus, nos diz que a fé é a certeza daquilo que ainda se espera e a demonstração de realidades que não se veem.

Você deve caminhar forte mesmo nas tribulações, pois a fé deve ser a sua motivação diante dos maiores problemas. Não é por bens materiais ou para conquistar a felicidade deste mundo que caminhamos, mas sim para nos aproximarmos do Pai.

Deus nunca mentiu para nós, Ele afirmou que passaríamos por dificuldades e provações. Mas também nos disse que sempre estaria ao nosso lado, caminhando conosco, jamais nos deixando sós.

Caminhar em Deus é caminhar na fé, meu amigo. E para caminhar na fé da nossa Igreja é preciso conhecê-la, você deve ser um católico ativo. De forma que ninguém seja capaz de contestá-lo e tirá-lo do caminho estreito.

É preciso estar enraizado em Cristo e firme na fé. Quantos de nós deixamos o sofrimento para experimentar os proveitos passageiros do pecado? Mas, meu amigo, se as tribulações nos tornam filhos de Deus, então permaneçamos firmes diante da tentação.

A nossa recompensa não está entre os tesouros deste mundo, porque Deus nos prometeu algo muito maior: o céu. Você que vive as dificuldades da vida do Cristo, não desanime! Professe sua fé diante das dificuldades, porque o nosso lugar está reservado ao lado do Pai.

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Bispos do Brasil buscam unidade em meio às diversidades

O maior episcopado do mundo está reunido em Aparecida, no interior de São Paulo, para sua 50º Assembleia Geral. Dos 456 bispos (297 em atividade e 159 eméritos), 335 deles (sendo 29 eméritos) estão presentes.

Um episcopado formado não só por bispos de diferentes naturalidades, mas também de diferentes nacionalidades, como lembra o Bispo de Caruaru, Dom Bernardino Marchió, que nasceu na Itália, mas há 37 anos vive no Brasil.

“A Assembleia é uma grande oportunidade para nos conhecer melhor, criar laços de amizade, ver a realidade do Brasil que é muito diferente desde a Amazônia e até o Rio Grande do Sul”, destaca Dom Bernardino.

Diante de tantas realidades episcopais distintas, os bispos brasileiros compõe uma só voz que anuncia a Palavra de Deus.

"Temos consciência que devemos trabalhar pela unidade lembrando daquela oração de Jesus 'Pai, que todos sejam um para que o mundo creia'. Então se nós bispos não temos essa consciência não podemos evangelizar", salienta o Bispo de Caruaru.

Realidades distintas que compõe o grande mosaico da Igreja Católica. Em cada região, em cada diocese, em cada paróquia uma riqueza única que engrandece a fé católica, a cultura do país e a alma das pessoas.

“No nordeste temos uma religiosidade popular muito viva, com muitas tradições religiosas, mas nós conseguimos colocar em comum essas riquezas, porque Deus é o Pai único de todos nós”, exalta Dom Bernardino.


A Palavra de Deus na vida e missão da Igreja

Na quinta-feira, 19, segundo dia da Assembleia, osbispos refletiram sobre o tem central deste encontro "A Palavra de Deus na vida e na missão da Igreja".

“Todas nossas ações evangelizadoras devem partir da Palavra de Deus, não temos outro tesouro para evengelizar. Junto com a Palavra temos, é claro, a Eucaristia, todos os Sacramentos e a comunidade, mas tudo deve ser animado pela Palavra de Deus”, enfatiza Dom Bernardino.

“Depois da apresentação do texto principal, refletimos nos diversos grupos e apresentamos sugestões para que a Palavra seja realmente esta grande força interior iluminando nossas mentes e animando nossas ações”, conta o Bispo de Santo Amaro, Dom Fernando Figueiredo.

Ele explica que tudo aquilo que é refletido na Assembleia é levado depois para as dioceses, para os padres, religiosos e religiosas e para todos os fiéis.

“Vamos agora juntar todas as sugestões e continuaremos com esse tema na manhã desta sexta-feira. Nosso desejo é ajudar a Igreja no Brasil a viver essa animação bíblica”, conclui o Bispo de Caruaru.


quarta-feira, 18 de abril de 2012

Diante dos perigos é preciso buscar Deus na oração, diz Papa

Na Catequese desta quarta-feira, 18, o Papa Bento XVI retomou o tema da oração, abordando um texto dos Atos dos Apóstolos em que Pedro e João deixam o cárcere após terem sido presos por pregar o Evangelho (cf. Atos 4). Os dois encontram a comunidade, que unida, ouve o que aconteceu e começa a rezar. Esta comunidade não quis reagir ou se defender, nem adotar alguma medida especial, mas simplesmente rezar. E o fez numa oração unânime e concorde, pois “o vivido por um irmão é vivido por todos”.

“Sustentados pela oração, agregados e unidos assim como o Senhor no Getsêmani, eles confiavam na presença, na ajuda e na força de Deus", acrescentou o Papa.

Bento XVI destacou que os apóstolos leram a Escritura e receberam a luz do Ressuscitado, compreendendo sua própria história dentro do projeto divino. "A comunidade não quis ser imune do perigo, nem que os culpados fossem castigados, mas pediu coragem para anunciar a Palavra de Deus e que ele acompanhasse este anúncio com sua mão poderosa”, disse.

Atitude que, segundo o Santo Padre, deve encorajar os cristãos diante dos desafios. "O comportamento de fundo dos cristãos diante de perigos, dificuldades e ameaças, deve ser como o da primeira comunidade cristã, que não tenta elaborar estratégias para se defender, mas se coloca em contato com Deus na oração”.

Por fim, Bento XVI explicou que depois de Pentecostes, o Espírito Santo guiou os passos da Igreja, mas Pentecostes não foi um evento isolado. Nos Atos dos Apóstolos, São Lucas narra outras intervenções do Espírito Santo em momentos difíceis da Igreja nascente.

Antes de conceder a benção apostólica, o Papa fez pequenos resumos de sua Catequese em vários idiomas. Em português, falou:

“Queridos irmãos e irmãs,

O capítulo quarto dos Atos dos Apóstolos mostra a Igreja nascente em oração unânime e concorde, depois de ouvir da boca de Pedro e de João as ameaças feitas pelo Sinédrio. Nas perseguições sofridas por causa de Jesus, a comunidade não se assusta nem se divide, mas permanece profundamente unida na oração. Não é só a oração de Pedro e de João, cujas vidas estiveram em perigo, mas de toda a comunidade, porque aquilo que os dois passaram não diz respeito só a eles, mas a toda a Igreja. E que pede a Deus a comunidade? Não pede o fim das provações nem o castigo dos perseguidores, mas a graça de poder anunciar a Palavra de Deus com toda a confiança.

No fim da oração, o Espírito Santo, que, entretanto lhes falara através da Sagrada Escritura, irrompe na casa e enche o coração de todos aqueles que invocaram o Senhor. Este é o fruto da oração unânime que a comunidade eleva a Deus: a efusão do Espírito Santo, dom do Ressuscitado que sustenta e guia o anúncio livre e corajoso da Boa Nova até aos confins do mundo.

Aos peregrinos de língua portuguesa, especialmente aos grupos vindos de Minas Gerais, as minhas boas-vindas a todos vós, com votos de que esta peregrinação a Roma seja ocasião para uma maior consciência e escuta do Espírito Santo, que vos fará fortes na fé e corajosos no testemunho cristão. Sobre vós e sobre a vossa casa e comunidade cristã, desça a minha Benção”.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

A determinação de um homem simples que se tornou Papa

Nesta segunda-feira, 16, o Papa Bento XVI celebra 85 anos de vida. Na quinta-feira, 19, a Igreja reza pelo sétimo aniversário de sua eleição para sucessor do Papa João Paulo II.
Durante a oração mariana do Regina Caeli, nesse domingo, 15, o Santo Padre pediu para que os fiéis rezem por ele.
“Na próxima quinta-feira, por ocasião do sétimo aniversário de minha eleição à Sé de Pedro, peço-lhes que rezem por mim, para que o Senhor me dê forças para cumprir a missão que me confiou!”, pediu Bento XVI.

Um alemão tímido que da sacada principal da Basílica de São Pedro se dirigiu ao mundo em seu primeiro pronunciamento como Papa, com a surpreendente expressão: “Sou um humilde servo na vinha do Senhor”, já conquistou o mundo através de seus discursos dotados de precisão, profundidade e espiritualidade. De fato, uma marca deste pontificado é a ‘simplificação da teologia’, ao passo que cada cristão é capaz de compreender verdades profundas através de palavras simples.

“Da coerência e da constância de seus ensinamentos, aprendemos sobretudo que a prioridade de seu serviço à Igreja e à humanidade é orientar nossas vidas a Deus”, disse o porta-voz do Vaticano, Padre Federico Lombardi.

O Papa, as pessoas e algumas curiosidades

Todas as manhãs, logo cedo, Bento XVI inicia suas atividades com a celebração da Santa Missa. Entre os muros do Palácio Apostólico, um Papa que faz suas orações cotidianas sem se esquecer, todavia, das intenções dos fiéis que lhe enviam pedidos de oração. De acordo com um de seus secretários particulares, a sensibilidade do Pontífice diante do sofrimento humano é tamanha, que todas as intenções de oração a ele confiadas pelos fiéis são depositadas no genuflexório onde ele reza todas as manhãs. Ainda como forma de atenção às pessoas, ele repassa, a cada terça-feira, com um gravador na mão, um dia antes da catequese, todas as saudações em várias línguas, as quais ele profere na Praça de São Pedro no dia seguinte. Um Papa que gosta de gatos, de música e que se considera um ‘mendigo diante de Deus’, quando reza:  esta é a personalidade de Bento XVI caracterizada pela simplicidade, coerência, gentileza e determinação.

“Desde o início meu irmão sempre foi para mim não somente um companheiro, mas também uma direção confiável. Foi para mim um ponto de orientação e referência com a clareza e a determinação nas suas decisões. Ele me mostrou o caminho a seguir, mesmo em situações difíceis”, disse monsenhor Georg Ratzinger, irmão do Papa, em entrevista ao jornal italiano Il Giornale.

O Papa e os desafios do Pontificado


Bento XVI, cujo nome de batismo é Joseph Ratzinger, jamais imaginou que chegaria à Sé de Pedro. No livro-entrevista “Luz do Mundo”, no qual ele responde a várias perguntas do jornalista alemão Peter Seewald, ele confessa que teve medo após o término do Conclave e não se sentia capaz de assumir a função de Sucessor de Pedro. Mesmo diante da insegurança inicial, Bento XVI trouxe a força de sua personalidade para o Pontificado: com determinação, assumiu como meta combater o relativismo e levar os católicos às bases da fé.

“Com Bento XVI aprendemos que a fé e a razão se ajudam mutuamente na busca da verdade e respondem às expectativas e dúvidas de cada um de nós e de toda a humanidade; que a indiferença a Deus e o relativismo são riscos gravíssimos de nossos tempos”, afirmou Padre Lombardi.


 Parabéns, pelo seu aniverário Papa Bento XVI e também por nos conduzir, na via do Amor.

domingo, 15 de abril de 2012

Festa da Divina Misericórdia

Celebramos hoje a festa da Divina Misericórdia!
"Quão doce e amável é a Misericórdia de Deus. As nossas fraquezas, as nossas fragilidades, as nossas imperfeições, por maiores que sejam, nunca serão capazes de impedir que sejamos alcançados pela infinita vontade de Deus em Amar-nos, e amando-nos, restituir em nós o desejo de céu..."

Dai graças ao Senhor porque Ele é bom, eterna é a sua Misericórdia!

Jesus disse para a Santa Faustina:
“Desejo que a Festa da Misericórdia seja refúgio e abrigo para todas as almas, especialmente para os pecadores. Neste dia, estão abertas as entranhas da Minha misericórdia. Derramo todo um mar de graças sobre as almas que se aproximam da fonte da Minha misericórdia. A alma que se confessar e comungar alcançará o perdão das culpas e das penas. Nesse dia, estão abertas todas as comportas divinas, pelas quais fluem as graças. Que nenhuma alma tenha medo de se aproximar de Mim, ainda que seus pecados sejam como o escarlate. A Minha misericórdia é tão grande que, por toda a eternidade, nenhuma mente, nem humana, nem angélica a aprofundará. Tudo o que existe saiu das entranhas da Minha misericórdia. Toda alma contemplará em relação a Mim, por toda a eternidade, todo o Meu amor e a Minha misericórdia. A Festa da Misericórdia saiu das Minhas entranhas. Desejo que seja celebrada solenemente no primeiro domingo depois da Páscoa” (D. 699); “Desejo conceder indulgência plenária às almas que se confessarem e receberem a Santa Comunhão na Festa da Minha misericórdia” (D. 1109).

 Aproveito para colocar o terço da misericórdia para quem quiser rezá-lo hoje e sempre!
  
Terço da Divina Misericórdia
Início:
Pai-Nosso, Ave-Maria, Creio
Nas contas grandes:
Eterno Pai, eu vos ofereço o Corpo, Sangue, Alma e Divindade de vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação de nossos pecados e os do mundo inteiro.
Nas contas pequenas:
Pela sua dolorosa Paixão, tende misericórdia de nós e do mundo inteiro.
Ao final do terço: três vezes
"Deus Santo, Deus Forte, Deus Imortal, tende piedade de nós e do mundo inteiro."

 Jesus eu confio em Vós!


quarta-feira, 11 de abril de 2012

Aborto nunca! O anencéfalo é um ser humano


“Pela porta do povo não se consegue porque a esmagadora maioria do povo é contra a legalização do aborto; pelo executivo não haverá essa tentativa; pelo legislativo ainda não se conseguiu, então, tenta-se agora o Judiciário. É uma porta pela qual vão tentar entrar.” Dom Fernando Rifan



“Princípios e Atitudes” – Dom Fernando Rifan
Em meio a tantos pareceres equivocados e diante da possibilidade da reforma do Código Penal descriminalizar o aborto, começando pelos fetos portadores de anencefalia, e a eutanásia, recordamos os princípios da doutrina católica e do direito natural sobre o assunto: A vida humana é sagrada, – não porque as leis e decisões judiciais humanas o determinam, – mas porque desde a sua origem ela encerra a ação criadora de Deus e permanece para sempre numa relação especial com o Criador. Só Deus é o dono da vida, do começo ao fim; ninguém, em nenhuma circunstância, pode reivindicar para si o direito de destruir diretamente um ser humano inocente (cf. CIC 2258 – Donum vitae, 5).
A vida humana deve ser respeitada e protegida de maneira absoluta a partir do momento da concepção até o seu fim natural. Desde o primeiro momento da sua existência, o ser humano deve ver reconhecidos os seus direitos de pessoa, entre os quais o direito inviolável de todo ser inocente à vida (cf. CIC 2270 – Donum vitae, I,1). Esses direitos inalienáveis da pessoa devem ser reconhecidos e respeitados pela sociedade civil e pela autoridade política, não dependem nem dos indivíduos, nem dos pais, pertencem à natureza humana e são inerentes à pessoa em razão do ato criador do qual esta se origina (cf. CIC 2272 – Donum vitae, 3).
A criança anencélafa é uma pessoa viva. A sua reduzida expectativa de vida não limita seus direitos e sua dignidade. Por isso, o aborto direto provocado, quer dizer, querido como um fim ou como um meio, em qualquer circunstância, é gravemente contrário à lei moral, pois se trata de tirar diretamente a vida de um ser humano inocente, o que nada pode justificar (cf. CIC 2271). Desde o início, o nascituro é uma pessoa própria, cujo círculo de direitos ninguém deve violentar, nem o Estado, nem o médico, nem mesmo a mãe. Se uma pessoa já não está segura no seio de sua mãe, onde então estará ela ainda segura neste mundo? Proteger a vida inocente pertence às mais nobres tarefas do Estado; se ele se furtar a esta missão, destrói ele próprio os alicerces do Estado de direito (cf. Youcat, 384). Nem ele pode se sujeitar a pressões de quaisquer organismos internacionais. Isso seria contra a sua soberania e o seu dever.
Por isso também, a eutanásia direta, que consiste em pôr fim à vida de pessoas deficientes ou de moribundos, sejam quais forem os motivos e os meios, é moralmente inadmissível (cf. CIC 2277).
Tais princípios e atitudes deles decorrentes provêm não só da doutrina católica, mas do próprio direito natural, da lei natural que obriga a todos os homens, em razão da sua natureza. Assim sendo, exortamos aos católicos, aos nossos políticos e a todas as pessoas de boa vontade e de influência na sociedade que se manifestem aos ministros do Supremo Tribunal Federal em favor da vida e contra qualquer decisão que possa acarretar a liberação do aborto. Se acontecer o mal, não o será com a nossa colaboração ou por causa da nossa omissão.
* Bispo da Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney

Amor de Deus dá sentido à vida, exalta Papa



'Deixai-vos encontrar por Cristo Ressuscitado', exaltou o Papa na Catequese desta quarta-feira





Nesta primeira Catequese depois da Páscoa, o Papa Bento XVI enfatizou que a confiança em Cristo Ressuscitado “tem o poder de dar a vida, a liberta do medo, dá a ela firme esperança, a torna animada por aquilo que doa sentido à existência, o amor de Deus”.

Aos fiéis e peregrinos reunidos na Praça São Pedro, Bento XVI falou da experiência dos primeiros discípulos e como ela faz refletir sobre o sentido da Páscoa.


“A paz que Jesus traz é o dom de salvação que Ele havia prometido durante os seus discursos de despedida: ‘Vos deixo a paz, vos dou a paz. (Jo 14,27). Neste dia da Ressurreição, Ele a doa em plenitude e ela se torna para a comunidade fonte de alegria, certeza de vitória, segurança no apoiar-se em Deus. ‘Não se turbe o vosso coração, e não tenhais medo’ (Jo 14,1) diz também a nós”, salientou o Papa nesta quarta-feira, 11.

Também hoje o Ressuscitado, explica o Papa, entra nas casas e nos corações, apesar de, às vezes, as portas estarem fechadas. Só Ele pode atravessar estas portas e fazer retomar o caminho a quem vive desanimado e sem esperança. Foi isto que experimentaram os dois discípulos de Emaús.

O Santo Padre salienta que por meio da escuta da Palavra e do gesto de partir o pão, os discípulos reconheceram a Jesus. Assim, “também nós, escutando a palavra de Deus e participando na Eucaristia, experimentamos Cristo presente junto de nós, dando-nos alegria e paz, vida e esperança”.

“Deixai-vos encontrar por Cristo Ressuscitado, pois só Ele tem o poder de dar a vida e fazer renascer como filhos de Deus: Ele libertar-vos-á do medo e dará pleno sentido às vossas vidas”, disse o Pontífice especialmente aos peregrinos de língua portuguesa.



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.: NA ÍNTEGRA: Catequese de Bento XVI - 11/04/2012


segunda-feira, 9 de abril de 2012

Tempo Pascal: A oitava da Páscoa

      
Passados os exercícios da Quaresma, pelos quais nos preparamos para a celebração da Ressurreição do Senhor, entramos no Tempo Pascal, tempo de alegria e exultação pela nova vida que o Senhor nos conquistou pagando, com sua entrega na cruz, o alto preço de nosso resgate. A cor litúrgica é branca, símbolo da pureza e da alegria (afinal, estamos limpos do pecado) e a presença do Círio Pascal é marcante como símbolo do Cristo Ressuscitado, coluna de LUZ que vai à frente do seu povo.
Nesta semana, em particular, estamos celebrando A OITAVA DA PÁSCOA. Como o mistério da "passagem" do Senhor pela morte é extremamente profundo, durante 8 dias celebraremos esse grande mistério como se fosse um único dia com o objetivo de viver melhor o ponto central de nossa fé: A RESSURREIÇÃO DE JESUS (no passado, esse era um tempo especial de contato com a fé para os que tinham sido batizados durante a Vigília Pascal).
Todo o tempo pascal, que se estende por 7 semanas até a Festa de Pentecostes, é marcado, não apenas nos domingos mas também durante os outros dias da semana, pelos textos de Atos dos Apóstolos e do Evangelho de João. São trechos que nos mostram a fé das primeiras comunidades cristãs e dos Apóstolos em Cristo Ressuscitado e nos convidam a fazer da nossa vida uma contínua páscoa seguindo fielmente os passos de Jesus, testemunhando-o corajosamente no mundo de hoje.
Que a luz do Cristo Ressuscitado nos ilumine para que possamos ser LUZ para o mundo!

Evangelho do dia (Lc 24,13-35)        
Naquele mesmo dia, o primeiro da semana, dois dos discípulos iam para um povoado, chamado Emaús, a uns dez quilômetros de Jerusalém. Conversavam sobre todas as coisas que tinham acontecido. Enquanto conversavam e discutiam, o próprio Jesus se aproximou e começou a caminhar com eles. Os seus olhos, porém, estavam como vendados, incapazes de reconhecê-lo.

Então Jesus perguntou: «O que andais conversando pelo caminho?». Eles pararam, com o rosto triste, e um deles, chamado Cléofas, lhe disse: «És tu o único peregrino em Jerusalém que não sabe o que lá aconteceu nestes dias?». Ele perguntou: «Que foi?». Eles responderam: «O que aconteceu com Jesus, o Nazareno, que foi um profeta poderoso em obras e palavras diante de Deus e diante de todo o povo. Os sumos sacerdotes e as nossas autoridades o entregaram para ser condenado à morte e o crucificaram. Nós esperávamos que fosse ele quem libertaria Israel; mas, com tudo isso, já faz três dias que todas essas coisas aconteceram! É verdade que algumas mulheres do nosso grupo nos assustaram. Elas foram de madrugada ao túmulo e não encontraram o corpo dele. Então voltaram, dizendo que tinham visto anjos e que estes afirmaram que ele está vivo. Alguns dos nossos foram ao túmulo e encontraram as coisas como as mulheres tinham dito. A ele, porém, ninguém viu». Então ele lhes disse: «Como sois sem inteligência e lentos para crer em tudo o que os profetas falaram!. Não era necessário que o Cristo sofresse tudo isso para entrar na sua glória?». E, começando por Moisés e passando por todos os Profetas, explicou-lhes, em todas as Escrituras, as passagens que se referiam a ele.


Quando chegaram perto do povoado para onde iam, ele fez de conta que ia adiante. Eles, porém, insistiram: «Fica conosco, pois já é tarde e a noite vem chegando!». Ele entrou para ficar com eles. Depois que se sentou à mesa com eles, tomou o pão, pronunciou a bênção, partiu-o e deu a eles.


Neste momento, seus olhos se abriram, e eles o reconheceram. Ele, porém, desapareceu da vista deles. Então um disse ao outro: «Não estava ardendo o nosso coração quando ele nos falava pelo caminho e nos explicava as Escrituras?». Naquela mesma hora, levantaram-se e voltaram para Jerusalém, onde encontraram reunidos os Onze e os outros discípulos. E estes confirmaram: «Realmente, o Senhor ressuscitou e apareceu a Simão!». Então os dois contaram o que tinha acontecido no caminho, e como o tinham reconhecido ao partir o pão.

Meditando o Evangelho
Hoje o Evangelho assegura-nos que Jesus está vivo e continua a ser o centro à volta do qual se constrói a comunidade dos discípulos. É precisamente nesse contexto eclesial —no encontro comunitário, no diálogo com os irmãos que partilham a mesma fé, na escuta comunitária da Palavra de Deus, no amor partilhado em gestos de fraternidade e de serviço— que os discípulos podem fazer a experiência do encontro com Jesus ressuscitado.

Os discípulos carregados de tristes pensamentos, não imaginavam que aquele desconhecido fosse precisamente o seu Mestre, já ressuscitado. Mas sentiam «arder» o seu íntimo (cf. Lc 24,32), quando Ele lhes falava, «explicando» as Escrituras. A luz da Palavra ia dissipando a dureza do seu coração e «abria-lhes os olhos» (Lc 24, 31).


O ícone dos discípulos de Emaús presta-se bem para nortear um longo caminho das nossas dúvidas, inquietações e às vezes amargas desilusões, o divino Viajante continua a fazer-se nosso companheiro para nos introduzir, com a interpretação das Escrituras, na compreensão dos mistérios de Deus. Quando o encontro se torna pleno, à luz da Palavra segue-se a luz que brota do «Pão da vida», pelo qual Cristo cumpre de modo supremo a sua promessa de «estar conosco todos os dias até ao fim do mundo» (Mt 28,20).

 

domingo, 8 de abril de 2012

Cristo Ressuscitou! Aleluia!


 Hoje é um dia de grande festa para nós, dia em que comemoramos a vitória do amor e da vida sobre o ódio e a morte.

Deixemos ressoar na nossa alma o anúncio que é o centro da fé cristã: Jesus Cristo ressuscitou verdadeiramente. Aleluia! Esta é a boa notícia que é sempre nova e nunca envelhece. Somente a força da ressurreição é capaz de encher a nossa alma de uma alegria verdadeira, porque esta é a ordem que recebemos do próprio Jesus ressuscitado que vem ao nosso encontro: Alegrai-vos!

De repente, Jesus foi ao encontro delas, e disse: Alegrai-vos!” (Mt 28,9a)
Nada pode ser maior na nossa vida do que alegria da ressurreição. Talvez a esta altura do dia o medo já esteja rondando a sua vida, mas o Senhor também nos dá esta ordem: “Não tenhais medo!” (Mt 28,10).

Jesus, enche o nosso coração de uma profunda e verdadeira alegria.

"Desejo que, de fato, você tenha uma Feliz  e Santa Páscoa! Eis que tudo se faz novo! 'Eis que faço uma obra nova', é o que diz a Palavra de Deus. Jesus veio trazer esta obra nova, Ele tem este poder, esta graça de fazer isso em nós. Então abra o seu coração. Que Deus abençoe a sua família!"

sábado, 7 de abril de 2012

Como viver o Sábado Santo


"Nesta noite, a escuridão será vencida e a luz ocupará seu lugar definitivo. O Amor, que morreu para dar a Vida, ressuscitou. Nova criação desponta! Na luz de Cristo acenderemos nossa vida e renovaremos nosso batismo."


Após a celebração da Paixão do Senhor na Sexta-feira Santa, celebramos hoje o Sábado Santo, e com ele toda a expectativa da grande solenidade da Vigília Pascal, na qual todos celebrarão o mistério da Ressurreição de Nosso Senhor Jesus. As horas que antecedem o ápice da fé cristã: a Páscoa, a Ressurreição de Cristo, são marcadas por algumas características peculiares, pois as lágrimas da Paixão do Senhor ainda não secaram, mas o sorriso provocado pela certeza da ressurreição já começa a brotar em nossos lábios. É um dia de muitas emoções, de gratidão a Jesus, de renovação de nossa fé.
Após um longo período de Quaresma, o dia de hoje é especial por já viverem a expectativa da vida nova que o Senhor lhes trará com a Sua Ressurreição. Para muitos de nós o Sábado Santo é o dia no qual se recordam todas as situações dolorosas, difíceis, enfrentadas no dia a dia, momento de lembrar as dores vividas no trabalho, nos estudos, com a família, mas também é um tempo especial no qual todas as dificuldades se transformam em esperança. Desejamos ser renovados pela Ressurreição de Cristo e, assim, renovar  todos os ambientes frequentados por nós. Para isso é necessário vivenciar bem cada momento de dor e de alegria, tendo como ponto certo a certeza do amor do Senhor, manifestado em Sua Páscoa. 
Sábado Santo, é o dia no qual se vive uma espera confiante na Ressurreição do Senhor, dia que se recorda a descida de Jesus à mansão dos mortos. Isso significa que Cristo vai ao encontro daqueles que estão no seio da terra, das ovelhas perdidas. Jesus faz questão de visitar aqueles que estão mergulhados nas trevas e na sombra da morte. Desta forma, Cristo nos testemunha que ninguém foi criado para as trevas, por isso chama todos à luz da vida e nos convida a levantarmos de todas situações de morte, para com Ele ressuscitarmos para a vida nova.
O Sábado Santo é, portanto, o dia no qual o Senhor destruiu as prisões da morte. É o momento da espera da grande manifestação do amor do Pai por intermédio da Ressurreição do Seu Filho Jesus. Com Cristo Ressuscitado todos são convidados a renovar sua esperança na vida nova que Ele nos dá. Dessa forma, recordando as dores da Paixão e o amor de Deus por nós, esperamos alegremente a Páscoa do Senhor na certeza da ressurreição que virá em nossa história. 

Desejo a todos uma Santa e Feliz Páscoa!

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Paixão de Cristo

Paixão De Cristo! Momento De Reflexão!
 
 
"Com efeito, de tal modo Deus amou o mundo, que lhe deu seu filho único, para que todo o que nEle crer não pereça, mas que tenha vida eterna."
(João 3:16)

Sexta Feira Santa!
Dia de reflexão, jejum e
abstinência de carne.
 Data em que  nosso
Salvador e único! Rei dos Reis
Jesus Cristo! Foi crucificado e
 Morto por toda humanidade!
Um dia em que possamos refletir sobre
 Nossas atitudes, atos e valores!
Que sejamos melhores a cada dia
 Enquanto seres humanos em constante
Construção de vida!
 

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Quinta-feira da Semana Santa

A liturgia da Quinta-feira Santa nos fala do amor, com a cerimônia do Lava-pés, a Instituição do Sacerdócio e a Instituição da Eucaristia, em que Jesus se faz nosso alimento, dando-nos seu corpo e sangue. É a manifestação profunda do seu amor por nós, amor que foi até onde podia ir: "Como Ele amasse os seus amou-os até o fim". é um convite a aprofundar concretamente no misterio da Paixão de Cristo, já que quem deseja seguí-lo deve sentar-se à sua mesa e, com o máximo recolhimento, ser espectador de tudo o que aconteceu na noite em que iam entregá-lo.
E por outro lado, o mesmo Senhor Jesus nos dá um testemunho idôneo da vocação ao serviço do mundo e da Igreja que temos todos os fiéis quando decide lavar os pés dos seus discípulos.
Neste sentido, o Evangelho de São João apresenta a Jesus ‘sabendo que o Pai pôs tudo em suas mãos, que vinha de Deus e a Deus retornava’, mas que, antes cada homem, sente tal amor que, igual como fez com os discípulos, se ajoelha e lava os seus pés, como gesto inquietante de uma acolhida inalcansável.
São Paulo completa a representação lembrando a todas as comunidades cristãs o que ele mesmo recebeu: que aquela memorável noite a entrega de Cristo chegou a fazer-se sacramento permanente em um pão e em um vinho que convertem em alimento seu Corpo e seu Sangue para todos os que queiram recordá-lo e esperar sua vinda no final dos tempos, ficando assim instituída a Eucaristía.
A Santa Missa é então a celebração da Ceia do Senhor na qual Jesus, um dia como hoje, na véspera da su paixão, “enquanto ceava com seus discípulos tomou pão…” (Mt 26, 26).
Ele quis que, como em sua última Ceia, seus discípulos se reunissem e se recordassem dEle abençoando o pão e o vinho: “Fazei isto em memória de mim” (Lc 22,19).
Antes de ser entregue, Cristo se entrega como alimento. Entretanto, nesta Ceia, o Senhor Jesus celebra sua morte: o que fez, o fez como anúncio profético e oferecimento antecipado e real da sua morte antes da sua Paixão. Por isso “quando comemos deste pão e bebemos deste cálice, proclamamos a morte do Senhor até que ele volte” (1Cor 11, 26).
Assim podemos afirmar que a Eucaristia é o memorial não tanto da Última Ceia, e sim da Morte de Cristo que é Senhor, e “Senhor da Morte”, isto é, o Resuscitado cujo regresso esperamos de acordo com a promessa que Ele mesmo fez ao despedir-se: “Um pouco de tempo e já não me vereis, mais um pouco de tempo ainda e me vereis” (Jo 16, 16).
Como diz o prefácio deste dia: “Cristo verdadeiro e único sacerdote, se ofereceu como vítima de salvação e nos mandou perpetuar esta oferenda em sua comemoração”. Porém esta Eucaristia deve ser celebrada com características próprias: como Missa “na Ceia do Senhor”.
Nesta Missa, de maneira diferente de todas as demais Eucaristias, não celebramos “diretamente” nem a morte nem a ressurreição de Cristo. Não nos adiantamos à Sexta-feira Santa nem à noite de Páscoa.
Hoje celebramos a alegria de saber que esta morte do Senhor, que não terminou no fracasso mas no êxito, teve um por quê e um para quê: foi uma “entrega”, um “dar-se”, foi “por algo”ou melhor dizendo, “por alguém” e nada menos que por “nós e por nossa salvação” (Credo). “Ninguém a tira de mim,(Jesus se refere à sua vida) mas eu a dou livremente. Tenho poder de entregá-la e poder de retomá-la.” (Jo 10, 18), e hoje nos diz que foi para “remissão dos pecados” (Mt 26, 28c).

Jesus Cristo está presente na Eucaristia de um modo único e incomparável. De fato, está presente de modo verdadeiro, real, substancial: com o Seu Corpo e o Seu Sangue, com a Sua Alma e a Sua Divindade. Nela está presente em modo sacramental, isto é, sob as Espécies Eucarísticas do pão e do vinho, Cristo completo: Deus e homem.




quarta-feira, 4 de abril de 2012

Maria encontra o seu Filho a caminho do Calvário

        Hoje quarta-feira Santa, presenciamos a quarta dor de Nossa Senhora:
“Na quarta dor de Maria vive os tormentos da Paixão de seu amadíssimo Filho. Encontra-O no caminho do Calvário, flagelado, coroado de espinhos, esbofeteado, escarrado...Que mãe poderia agüentar tamanha dor? Seu Filho Santo, Deus, carregando nas costas a cruz de Seu suplício? Além de sua fortaleza sobrenatural, Maria mostra sua grande humildade pela qual venceu toda a soberba. Nos momentos de glória de Jesus esteve escondida...mas agora, na hora de sua Paixão, ela aparece e se faz presente aos pés da cruz, quando todos fogem. Que lição para nós, que gostamos de ser exaltados!” 

Contemplemos e vejamos se há dor semelhante à dor de Maria Santíssima, quando encontrou-se com seu divino Filho a caminho do Calvário, carregando uma pesada cruz e insultado como se fosse um criminoso.
'É preciso que o Filho de Deus seja esmagado para abrir as portas da mansão da paz!' Lembremo-nos de suas palavras e aceitemos a vontade do Altíssimo, nossa força em horas tão cruéis de nossa vida.
Ao encontrá-lo, Jesus fitou os olhos de Maria e a fez compreender a dor de sua alma. Não pôde dizer-lhe palavra, porém a fez compreender que era necessário que se unisse à Sua grande dor. Amados irmãos, a união da grande dor de Maria e Jesus nesse encontro tem sido a força de tantos mártires e de tantas mães aflitas!
Almas que temem o sacrifício aprendam nesta meditação a se submeterem à vontade de Deus, como Maria e Jesus se submeteram! Aprendam a calar nos seus sofrimentos.
No nosso silêncio, nesta dor imensa, armazenamos riquezas imensuráveis! Nossas almas hão de sentir a eficácia desta riqueza na hora em que, abatidos pela dor, recorrermos a Maria, fazendo a meditação deste encontro dolorosíssimo. O valor do nosso silêncio se converte em força, quando nas horas difíceis soubermos recorrer à meditação desta dor!
Como é precioso o silêncio nas horas de sofrimentos! Há almas que não sabem sofrer uma dor física, uma tortura de alma em silêncio; desejam logo contá-la para que todos o lastimem! Jesus e Maria tudo suportaram em silêncio por amor a Deus!
A dor humilha e é na santa humildade que Deus edifica! Sem a humildade, trabalhamos em vão; vejam pois como a dor é necessária para a nossa santificação.
Aprendamos a sofrer em silêncio, como Maria e Jesus sofreram neste doloroso encontro no caminho do Calvário. 

segunda-feira, 2 de abril de 2012

SEGUNDA-FEIRA SANTA: JESUS EM BETÂNIA

           Seis dias antes da Páscoa – relata São João –, foi Jesus a Betânia. Ali a família de Lázaro (a quem Jesus havia ressuscitado) lhe ofereceu uma ceia; Marta servia e Lázaro era um dos que estavam com Ele à mesa. Maria tomou então uma libra de perfume de nardo autêntico, muito caro, ungiu os pés de Jesus com ele e enxugou-os com os seus cabelos, e a casa encheu-se com a fragrância do perfume. Esse gesto, para os judeus, significava amor e acolhida.
O ato causou crítica por parte de Judas, que achava desperdício banhá-Lo com perfume caro, em vez de vender o frasco para repartir o dinheiro com os pobres. O Senhor, porém, respondeu-lhe: “Pois os pobres vocês sempre terão com vocês, e poderão ajudá-los sempre que o desejarem. Mas a mim vocês nem sempre terão”.
Com esse gesto de Maria, somos chamados a dar valor ao nosso Deus. Valor às coisas boas que faz por nós, por sua presença em nosso meio. Não é hora de contas materiais, mas sim de reflexão sobre o privilégio que é ter por nós o Rei dos Reis, o Filho de Deus.
E o melhor momento para refletir sobre esse valor é a Semana Santa. Vivamos esses dias com o espírito aberto e agradecido pela manifestação divina em nossas vidas.
 

Convite para a Comunhão Pascal







Experimente e verá como o Senhor é Bom!




 Estamos no tempo de se cumprir o dever de todo católico de fazer a Páscoa, quer dizer, se confessar e comungar para celebrar a Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus Cristo Nosso Senhor.
Aproveite a Oportunidade para pôr a sua consciência em paz com Deus, fazendo uma boa confissão.
Se faz muito tempo que não se confessa ou se está afastado da Igreja, não tenha receio por isso: Nosso Senhor espera como bom Pai que Ele é.
Lembre-se também que tem uma Mãe no céu. Ela é mãe de Misericórdia e refúgio dos pecadores. Peça a ela coragem e venha!

Por que me confesso?
Eu me confesso porque tenho pecados, cometidos livre e conscientemente, contra Deus, contra o próximo e contra nós mesmos.
Eu me confesso porque os pecados que cometo são prejudiciais pra meu relacionamento com Deus, com o próximo e até comigo mesmo.
Eu me confesso porque meus pecados são formas de ingratidão para com Deus, que é amor puro e incondicional.
Eu me confesso porque sei que o pecado me afasta de Deus, deixando-me amargurado e distante Daquele que é minha origem e meu último destino.
Eu me confesso poeque estou arrependido do mal que pratiquei, e quero, com todas as minhas forças, auxiliado pela graças de Deus, fazer sempre o bem, como Jesus.
Eu me confesso poeque sendo batizado, sou membro de uma família, a Igreja. Sempre que peco, ofendo a Deus e à minha famíla na fé, a quem também devo pedir perdão.
Eu me confesso porque o sacerdote recebeu Jesus, na pessoa dos apóstolos o poder de perdoar os pecados: "Recebei o Espírito Santo. Aqueles a quem perdoados os pecados, eles serão perdoado; aqueles a quem não perdoados, eles não serão perdoados." (Jo,20,22-23).
Eu me confesso porque tenho absoluta certeza que tudo o que eu disser ao sacerdote jamais será dito por ele a outra pessoa, já que o sigilo sacramental pode levar o sacerdote ao martírio, mas nunca a revelar o que ouviu em confissão.
Eu me confesso porque não tenho nada a ganhar, nem nesta vida nem na outra, mantendo os pecados para mim. "Porque o salário do pecado é a morte; enquanto o dom de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, Nosso Senhor" (Rm 6,23)
Eu me confesso porque preciso do perdão de Deus.
Eu me confesso porque não há pecado que não seja perdoado, a não ser aquele ao qual eu livre e conscientemente não quero perdão.
Eu me confesso porque quero corresponder ao amor de Jesus por mim: " Eis aqui uma prova brilhante do amor de Deus por nós: quando éramos ainda pecadores, Cristo morreu por nós" (Rm 5,8)

Jesus conhecendo a nossa a fraqueza e sabendo que poderíamos cair, institui o sacramento da Confissão para nos perdoar os pecados.

Para fazer um aconfissão bem feita é preciso:

EXAMINAR a consciência  para descobrir os meus pecados.
ARREPENDIMENTO para ter dor por ter ofendido a Deus.
PROPÓSITO ou vontade séria de não querer pecar mais.
CONFISSÃO para eu contar meus pecados ao padre.
SATISFAÇÃO para eu rezar aquilo que o padre mandar.
PECADO ESQUECIDO na confissão fica perdoado, se eu fiz bem o Exame de Consciência.
PECADO ESCONDIDO na confissão não fica perdoado e eu não posso comungar e tenho de fazer outra confissão.

Experimente e verá como o Senhor é Bom!

domingo, 1 de abril de 2012

Domingo de Ramos


 Hosana ao filho de Davi!...

Com a celebração do Domingo de Ramos, entramos no período da Semana Santa. Depois, de celebrarmos o Tempo Quaresmal, tempo propício de entrega renovada de adesão ao Senhor e pedirmos perdão a Deus pelas faltas cometidas. 
Celebrar a festa da Páscoa é relembrar toda a experiência de vida de Jesus, desde o seu nascimento até o ponto culminante que é a ressurreição. A entrada de Jesus em Jerusalém é o maior símbolo de humildade que devemos observar, o gesto de ser aclamado como o rei é a partida que dará inicio ao seu sofrimento da paixão e morte. Ele entra em Jerusalém sobre um jumentinho, gesto de um homem humilde e pacifico aquele que veio trazer o reino de justiça.
Este Domingo é chamado assim porque o povo cortou ramos de árvores, ramagens e folhas de palmeiras para cobrir o chão onde Jesus passava montado num jumento. Com folhas de palmeiras nas mãos, o povo o aclamava "Rei dos Judeus", “Hosana ao Filho de Davi! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana no mais alto dos céus!”
E assim, Jesus entra triunfante em Jerusalém despertando nos sacerdotes e mestres da lei muita inveja, desconfiança, medo de perder o poder. Começa então uma trama para condenar Jesus à morte e morte de cruz.
Jesus foi capaz de denunciar as injustiças, curar enfermos, ressuscitar mortos e anunciar um reino que não é desse mundo.
A Semana Santa é um tempo de comunhão com Jesus onde cada cristão deve-se preparar para bem celebrar a grande Festa da Páscoa. Somos convidados a entender a saudação do povo de Jerusalém com aquele que veio em nome do Senhor.
Já no Evangelho deste dia, observamos todo o processo da paixão, morte e ressurreição de Jesus. O enredo da paixão nos mostra a sociedade injusta que mata aquele inocente e indefeso, mas, que veio para cumprir todo o projeto do Pai. O sofrimento intenso de Jesus nos faz ver o projeto de amor e paz que Ele trouxe para a salvação do mundo.
Que nós cristãos, possamos nesta Semana Santa acompanhar Jesus, em seu percurso, participando ativamente das celebrações que nos levarão à compreensão de que o sofrimento embasado no amor leva a ressurreição, aí está o centro da fé cristã.
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